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Gulinha.

Peixe, carne, legumes. Entradas, sobremesas, petiscos. Experiências. Dicas. Erros. Um forno temperamental. Mesas para dois ou para dez. Dias bons, muito bons e assim-assim. A minha cozinha tem de tudo. E é o meu sítio mais feliz.

Peixe, carne, legumes. Entradas, sobremesas, petiscos. Experiências. Dicas. Erros. Um forno temperamental. Mesas para dois ou para dez. Dias bons, muito bons e assim-assim. A minha cozinha tem de tudo. E é o meu sítio mais feliz.

Gulinha.

03
Out17

A (minha) bíblia dos bolos.

Os bolos têm um cantinho especial no meu coração. Não sei se posso dizer que são a coisa que mais adoro fazer na cozinha; já foram, mas hoje não tenho a certeza de que sejam. Ainda assim, se não forem a minha "culinária predileta" têm pelo menos um lugar muito especial e de onde nada os tira. A cozinha em geral é extremamente terapêutica, sim; mas fazer bolo é a salvação de um daqueles dias de inverno impossíveis. O cheirinho de bolo a cozer é o fim de qualquer neura. É cheiro a um lar feliz. A família, a aconchego, às coisas que são boas para cada um de nós. Um bolo acabado de sair do forno é sinónimo de casa.

 

(Só de pensar em tudo isto já estou com vontade de ir fazer um...)

 

Daqui a alguns dias há "saga boleira" na minha cozinha. Vou fazer um bolo de aniversário especial e assim para o grandote. Ora, entre escolher receitas, recheios, decorações, sabores, formas... Enfim, digamos que tenho vivido alegremente (e intensamente...) embrenhada em bolos. Nesta altura já está tudo decicido, mas enquanto não estava e eu andava à procura de ideias e de inspiração segui os caminhos do costume: livros de receitas, blogs, Instagram, sites... Até o Pinterest (que eu quero um topo de bolo daqueles fofinhos).

 

Tudo isto para chegar aqui:

 

 

Layered - Tessa Huff

 

Layered, da Tessa Huff, é neste momento o meu livro de bolos de eleição. E já nem falo das receitas (apetece-me tanto fazer todas!) nem das fotografias (quando for grande vou fotografar assim). É o resto. Tudo o resto. As explicações, as dicas, as ideias, as alternativas, os "dos and dont's".

 

O livro tem tanta e tão boa informação paralela por uma razão muito simples: quando ela, a Tessa, se aventurou para o primeiro bolo, correu tudo mal. Tudo. O que lhe parecia simples-mais-simples-não-há mostrou-lhe que os bolos podem ser pequenas grandes aventuras. E então aprendeu. Aprendeu muito. E testou muito, e errou outro tanto. Mas a verdade é que começou do zero e hoje faz bolos lindos, magníficos, cheios de sabores e de camadas. Já criou um sem-fim de receitas – de bolos, sim, e de recheios, e de coberturas. Tem centenas de milhares de seguidores. E é profundamente inspiradora.

 

Este livro faz-nos acreditar que cozer e montar bolos de 15 camadas em casa é fácil. Mais: faz-nos ter vontade de tentar. Não nos promete que dominemos o saco de pasteleiro em três lições, mas mostra que aos poucos havemos de lá chegar. É um livro que nos dá ânimo e coragem para a pastelaria. Se ela conseguiu, nós também conseguimos.

 

Por cá não há à venda, pelo menos que eu saiba. Mas eu pedi-o (mentira: pediram-no, que foi presente) através do Marketplace da Fnac por um preço não muito "antipático". E vale a pena cada cêntimo dado. A edição é linda e de qualidade e é um livro a que sabe sempre bem voltar, nem que seja só porque sim.

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Sofia.

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